Depois de um tempo sem postar nada estou de volta. Demorei a voltar, porque minhas últimas definições de existência me deixaram um tanto perplexo a despeito de tudo que eu acredito. Resumindo, entendi que é uma luta perdida, mas também acho que não posso ser submisso, preciso ter posição, preciso de atitudes pra ter evolução. Minhas últimas "descobertas" me dizem que devo me calar, mas minha consciência (meu deus) me diz que preciso me posicionar, basta não desrespeitar. Então... Em frente.
Porquê orações se pedidas com fé funcionam e sem fé não funcionam? Bom, primeiro teríamos que entender fé, e esta é outra ideia em nossa cabeça, cada um tem seu conceito de fé, e o meu é que ela nada mais é do que auto-indução, uma função orgânica de nosso cérebro.
Vamos denovo falar em consciência. Ninguém pode negar que nosso corpo toma atitudes subconscientes, desde o piscar de olho quando este está em perigo até a levantar caminhando pela casa enquanto dorme. O nosso subconsciente está sempre ativo, captando cores, tons, sons e tudo mais à nossa volta, sem que precisemos para e interpretar. Quando uma pessoa diz "vou lá naquela empresa porque sonhei que tinha ido lá e conseguido emprego", e ela vai lá e consegue o emprego realmente, nada mais é do que nosso subconsciente juntando as peças do quebra-cabeças que fica captando durante todo o dia, toda a semana ou meses. Pistas como ouvir um carro de som avisar que abriu nova sede daquela empresa, no momento em que você ouviu você estava atento à outras coisas, mas quando você pegou no sono e sonhou, juntou essa pista à outras e possivelmente, dependendo do nível de consciência da pessoa, pode ser que ela saiba até o nome da pessoa com quem precisa falar.
Agora porque rezar pode funcionar? Pelo mesmo motivo. O que é uma oração? Nada mais é do que uma solicitação de organização subconsciente em nosso cérebro. Quanto mais em "transe" e mais concentrado na oração, mais chances de encontrar a resposta você terá.
Deixa eu dar uma definição prática sobre meditação. Meditar é esvaziar a mente, exercitar seu cérebro pra tentar encontrar uma solução pra uma resposta sem solução, e de tanto tentar a solução, chegará ao ponto de estar somente com este problema em mente, então começará a restaurar as informação reais e vitais que precisam de respostas, e essa restauração volta mais organizada. Rezando ou orando, a pessoa pratica meditação sem saber muitas vezes.
"Senhor, preciso de um emprego, me ajuda a tomar o caminho certo que me leve até o emprego que estou precisando!" - Só nesta frase, enquanto eu escrevia, me lembrei do SINE, da ACIC e da Infox (essa última não sei explicar porque), mas neste momento, se alguém procura emprego, sugiro começar por estes lugares, deus me disse pra ir nestes lugares.
Mas eu não estou precisando de emprego, apenas organizei informações na minha cabeça, restaurei pistas coletadas por meu subconsciente e num cálculo infinitamente rápido, meu cérebro imprimiu 3 respostas à minha pergunta.. Se eu me aprofundasse na oração, pedindo "como me portar" ao chegar na Infox por exemplo, talvez eu conseguisse até um emprego que não exista lá.
A fé move montanhas meu povo, basta acreditar.
sexta-feira, 18 de maio de 2012
domingo, 15 de abril de 2012
Agora ele existe, e é imortal.
Então galera, péssimo o último né? Não sou jornalista, fuck off.
Eu pretendia neste segundo post falar sobre como e exatamente como eu cheguei a decisão irrefutável de que deus não existe. E isso poderia criar uma ideia dentro de cada um que ler isso, assim como eu consegui criar minha ideia na cabeça de alguns amigos.
Mas hoje, eu tive uma conversa longa pelo Facebook, como o Sr. Platão (lógico que to preservando). Eu fiz uma pergunta em um grupo fechado e obtive mais respostas do que podia imaginar.
Alguém já parou pra pensar como pode lembrar-se de alguém que nunca viu antes? Tem dessas não tem? Minha explicação é que passamos parte do nosso intelecto com nosso DNA. E acredito eu que intelecto pressupõe conhecimento, e que conhecimento por sua vez pressupõe aprendizado, e que (só mais essa) aprendizado pressupõe convívio, então, junto com meu intelecto, meu DNA vai levar memórias para o novo indivíduo, mas elas não serão organizadas no novo individuo que nascerá e receberá esses bilhões de informações. Ele não sabe o que fazer com tanta informação, e terá que aprender desde mamar até a escrever um blog gradativamente dentro de sua capacidade evolutiva. Este novo aprendizado vai sobrescrever as informações antigas por serem relevantes e pertinentes à se armazenar na merreca de 10% que temos pra desfrutar do nosso cérebro. To errado? A minha ideia sobre deus ontem era uma, hoje é outra (calma, graças a deus ainda sou ateu).
Por falar em ideia, fiquei sabendo hoje que "conceitos morrem, ideias não". E que deus em muitos de nós é uma ideia. Lembram como começamos o post de hoje? deus, pra mim, é uma ideia criada pelo meu convívio. Por mais ateu que eu seja, e que meu próximo filho receba isso em seu DNA, o convívio dele poderá alterar completamente este percurso, baseado nas novas ideias que este novo indivíduo precisará armazenar. E tenho dito.
Mas então hoje deus é uma ideia e não minha própria consciência como eu mencionei no último post?
Bom, o que me mantém "alinhado", é minha consciência, meu deus (com "d" minúsculo). O que te mantém alinhado, é seu Deus (com "D" maiúsculo). Nós dois temos um conceito diferente, mas ambos sobre a mesma ideia. E novamente, "conceitos morrem, ideias não". Seja quem for deus, ele realmente é imortal.
Eu pretendia neste segundo post falar sobre como e exatamente como eu cheguei a decisão irrefutável de que deus não existe. E isso poderia criar uma ideia dentro de cada um que ler isso, assim como eu consegui criar minha ideia na cabeça de alguns amigos.
Mas hoje, eu tive uma conversa longa pelo Facebook, como o Sr. Platão (lógico que to preservando). Eu fiz uma pergunta em um grupo fechado e obtive mais respostas do que podia imaginar.
Alguém já parou pra pensar como pode lembrar-se de alguém que nunca viu antes? Tem dessas não tem? Minha explicação é que passamos parte do nosso intelecto com nosso DNA. E acredito eu que intelecto pressupõe conhecimento, e que conhecimento por sua vez pressupõe aprendizado, e que (só mais essa) aprendizado pressupõe convívio, então, junto com meu intelecto, meu DNA vai levar memórias para o novo indivíduo, mas elas não serão organizadas no novo individuo que nascerá e receberá esses bilhões de informações. Ele não sabe o que fazer com tanta informação, e terá que aprender desde mamar até a escrever um blog gradativamente dentro de sua capacidade evolutiva. Este novo aprendizado vai sobrescrever as informações antigas por serem relevantes e pertinentes à se armazenar na merreca de 10% que temos pra desfrutar do nosso cérebro. To errado? A minha ideia sobre deus ontem era uma, hoje é outra (calma, graças a deus ainda sou ateu).
Por falar em ideia, fiquei sabendo hoje que "conceitos morrem, ideias não". E que deus em muitos de nós é uma ideia. Lembram como começamos o post de hoje? deus, pra mim, é uma ideia criada pelo meu convívio. Por mais ateu que eu seja, e que meu próximo filho receba isso em seu DNA, o convívio dele poderá alterar completamente este percurso, baseado nas novas ideias que este novo indivíduo precisará armazenar. E tenho dito.
Mas então hoje deus é uma ideia e não minha própria consciência como eu mencionei no último post?
Bom, o que me mantém "alinhado", é minha consciência, meu deus (com "d" minúsculo). O que te mantém alinhado, é seu Deus (com "D" maiúsculo). Nós dois temos um conceito diferente, mas ambos sobre a mesma ideia. E novamente, "conceitos morrem, ideias não". Seja quem for deus, ele realmente é imortal.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
No final das contas, ele existe mesmo.
Acho que não tem uma forma correta de expor minhas ideias se eu não começar do começo. Preciso explicar como cheguei até aqui.
Fui criado em família católica, que rezava antes das refeições, em que a avó materna era ministra da eucaristia e tudo mais, eu já fui até professor de pré-crisma, sério. E o que é pior, eu mentia pra meus alunos, visto que já naquela época eu não concordava com o que estava explicando a eles. Mas vamos avançar um pouco no tempo. Um belo dia eu ia (ou vinha, não lembro) com um pacote de salgadinho Ruffles quando ví uma criança de uns 8 ou 9 anos revirando o lixo, quando cheguei mais perto vi que ela pegou uma sacola, rasgou, pegou um pedaço de pão que tava ali e saiu comendo... Gente, foi a pior sensação que tive na minha vida e não consigo contar essa história sem chorar, chamei pra dar o salgadinho mas ela ficou com medo ou sei lá e saiu correndo. E foi aí que desencadeou. Não tem justiça nisso, não tem deus. Juro que olhei pro céu. Por vários anos perguntei pro "céu" por que agia dessa forma. Nunca tive uma única resposta, e quanto mais eu tentava entender, mais perto eu chegava de perceber que deus é uma ilusão, um "amigo imaginário para adultos". Mas somente aos 30 anos de idade comecei a tomar coragem e ver deus com outros olhos. Me dei a liberdade de questionar. Antes não o fazia por medo de repreensão, medo da mãe ir parar no hospital ou pior, um de meus filhos caísse em doença. Váááá toma no olho do (CENSURADO... mentira, é cú mesmo!).
Mas vamos avançar mais um pouco, não quero falar sobre ateísmo neste post, basta explicar que descobri por mim mesmo que estava enganado a respeito de tudo. Qual a vantagem disso? Percebí que não terei vida após a morte e que esta é a única vida com a qual tenho que me preocupar, é nesta que tenho que viver. Ganhei também um senso maior de responsabilidade social. Sinto que preciso fazer alguma coisa (começando por este blog), talvez eu entre pra política, se meu altruísmo não me matar por lá. E foi aí que percebi que não estou preparado, preciso estudar mais, preciso me preparar e já comecei, sério. Primeiro tentando entender a mim mesmo e depois às pessoas.
Em busca de respostas, cheguei a um ponto muito interessante que nunca tinha dado a devida atenção. De que aquilo chamam de deus, nada mais é do que a nossa consciência. Sim, isso eu deduzi sozinho. É dela que eu tenho medo, é ela que vai me "dar em dobro o que eu desejar pra ti", é a consciência quem me diz que não posso cometer um assassinato, que isso é errado. Se eu, Ederson, não acredito em deus algum, porque eu não cometo atrocidades? Porque minha consciência não deixa, oras. E é por isso que dizem que "deus está dentro de nós mesmos".. Mas é lógico, é nossa consciência, ela é parte do nosso cérebro, é nossa razão.
Neste primeiro post, quero apenas mostrar onde cheguei, não necessariamente como eu cheguei até aqui. Vou tocar mais fundo em alguns assuntos que passaram despercebidos neste post. No próximo post, vou entrar em alguns detalhes.
Espero que gostem, e se não gostar, é só não voltar. Não se mostra a luz do sol a uma coruja, só ofusca sua visão.
Fui criado em família católica, que rezava antes das refeições, em que a avó materna era ministra da eucaristia e tudo mais, eu já fui até professor de pré-crisma, sério. E o que é pior, eu mentia pra meus alunos, visto que já naquela época eu não concordava com o que estava explicando a eles. Mas vamos avançar um pouco no tempo. Um belo dia eu ia (ou vinha, não lembro) com um pacote de salgadinho Ruffles quando ví uma criança de uns 8 ou 9 anos revirando o lixo, quando cheguei mais perto vi que ela pegou uma sacola, rasgou, pegou um pedaço de pão que tava ali e saiu comendo... Gente, foi a pior sensação que tive na minha vida e não consigo contar essa história sem chorar, chamei pra dar o salgadinho mas ela ficou com medo ou sei lá e saiu correndo. E foi aí que desencadeou. Não tem justiça nisso, não tem deus. Juro que olhei pro céu. Por vários anos perguntei pro "céu" por que agia dessa forma. Nunca tive uma única resposta, e quanto mais eu tentava entender, mais perto eu chegava de perceber que deus é uma ilusão, um "amigo imaginário para adultos". Mas somente aos 30 anos de idade comecei a tomar coragem e ver deus com outros olhos. Me dei a liberdade de questionar. Antes não o fazia por medo de repreensão, medo da mãe ir parar no hospital ou pior, um de meus filhos caísse em doença. Váááá toma no olho do (CENSURADO... mentira, é cú mesmo!).
Mas vamos avançar mais um pouco, não quero falar sobre ateísmo neste post, basta explicar que descobri por mim mesmo que estava enganado a respeito de tudo. Qual a vantagem disso? Percebí que não terei vida após a morte e que esta é a única vida com a qual tenho que me preocupar, é nesta que tenho que viver. Ganhei também um senso maior de responsabilidade social. Sinto que preciso fazer alguma coisa (começando por este blog), talvez eu entre pra política, se meu altruísmo não me matar por lá. E foi aí que percebi que não estou preparado, preciso estudar mais, preciso me preparar e já comecei, sério. Primeiro tentando entender a mim mesmo e depois às pessoas.
Em busca de respostas, cheguei a um ponto muito interessante que nunca tinha dado a devida atenção. De que aquilo chamam de deus, nada mais é do que a nossa consciência. Sim, isso eu deduzi sozinho. É dela que eu tenho medo, é ela que vai me "dar em dobro o que eu desejar pra ti", é a consciência quem me diz que não posso cometer um assassinato, que isso é errado. Se eu, Ederson, não acredito em deus algum, porque eu não cometo atrocidades? Porque minha consciência não deixa, oras. E é por isso que dizem que "deus está dentro de nós mesmos".. Mas é lógico, é nossa consciência, ela é parte do nosso cérebro, é nossa razão.
Neste primeiro post, quero apenas mostrar onde cheguei, não necessariamente como eu cheguei até aqui. Vou tocar mais fundo em alguns assuntos que passaram despercebidos neste post. No próximo post, vou entrar em alguns detalhes.
Espero que gostem, e se não gostar, é só não voltar. Não se mostra a luz do sol a uma coruja, só ofusca sua visão.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Sejam bem vindos amigos. Criei este blog para poder compartilhar mais efetivamente meus estudos acerca dehumanismo e secularismo, ateísmo,religião, consciência e conscienciologia, também quero usar como uma ferramenta do bem, se eu puder usar este blog para ajudar alguém que precise, com certeza o farei.
Quero deixar claro, que se sua intenção é criticar, ótimo.. Se é ajudar, melhor ainda.. Se quer apenas botar o bedelho onde não foi chamado, seja bem vindo também. Aqui não será tolerado nenhum tipo de discriminação.
Quero deixar claro, que se sua intenção é criticar, ótimo.. Se é ajudar, melhor ainda.. Se quer apenas botar o bedelho onde não foi chamado, seja bem vindo também. Aqui não será tolerado nenhum tipo de discriminação.
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